As autoridades de saúde querem ampliar o foco na hora de diagnosticar complicações decorrentes do contato com zika vírus em crianças. A consequência mais evidente continua sendo a microcefalia, que permanece como parâmertro de identificação visual. No entanto, a orientação para profissionais de saúde passará a ser a observação macro do bebê que teve contato com zika, ou seja, a busca de outros sinais como deficiências auditivas, oftalmológicas, clínicas, motoras ou cognitivas. Essa é uma discussão mundial que objetiva concentrar os esforçoes na síndrome congênita relacionada à infecção pelo zika vírus e suas sequelas.
Por ser pioneiro na descoberta dos casos, que passaram a fugir do padrão no estado em outubro passado, Pernambuco vai contribuir com as novas regras de identificação publicando a terceira edição do protocolo que norteia os diagnósticos. O documento será lançado no início do mês de julho, conforme anúncio feito ontem pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) durante o Seminário Estadual de Vigilância e Resposta às Arboviroses e suas Complicações. O evento termina hoje e está sendo realizado em um hotel em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS) no Brasil.
Profissionais de saúde passarão a observar outros sinais além da microcefalia pernambuco map | |
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| News & Politics | Upload TimePublished on 21 Jun 2016 |
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